Mulher é acolhida após denúncia de possível abandono em Umuarama
Uma mulher de 62 anos, com limitações de mobilidade, foi encontrada sozinha no bairro Sonho Meu e acolhida temporariamente por uma amiga.
Mulher de 62 anos é acolhida após suspeita de abandono em Umuarama
Moradora do bairro Sonho Meu apresentava limitações de mobilidade e estava sozinha no imóvel quando a Polícia Militar chegou ao local.
Uma mulher de 62 anos foi acolhida temporariamente por uma amiga após ser encontrada sozinha e em situação de vulnerabilidade em uma residência no bairro Sonho Meu, em Umuarama. O atendimento ocorreu na noite de terça-feira (21) e foi registrado pela Polícia Militar como uma possível situação de abandono e maus-tratos contra pessoa idosa.
Conforme a nota divulgada pelo 25º Batalhão da Polícia Militar, a equipe chegou ao endereço por volta das 20h45. A moradora apresentava limitações de mobilidade relacionadas a problemas recentes de saúde e estava desacompanhada no imóvel.
Os policiais receberam a informação de que a filha da mulher, de 20 anos, seria responsável pelos cuidados e se ausentaria da residência com frequência. A nota, no entanto, não informa quem apresentou esse relato nem há conclusão de investigação sobre eventual responsabilidade.
Amiga recebeu a moradora temporariamente
Diante da situação encontrada, uma amiga se ofereceu para acolher a mulher em sua casa. A mudança temporária ocorreu com o consentimento da própria moradora, segundo a Polícia Militar.
A equipe tentou falar por telefone com a filha apontada como responsável, mas não conseguiu contato durante o atendimento. Por isso, a versão dela sobre as circunstâncias não consta no boletim divulgado à imprensa.
O registro foi encaminhado aos órgãos competentes para análise e acompanhamento. Os policiais também orientaram o acionamento do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), serviço que atende famílias e pessoas em situações de violação de direitos.
Caso ainda depende de apuração
A ocorrência foi registrada como suspeita de abandono, mas a nota não informa se houve prisão, indiciamento ou abertura de procedimento contra a filha. Também não foram divulgados detalhes sobre as condições do imóvel, o período em que a moradora teria permanecido sozinha ou se havia falta de alimentos e medicamentos.
A identidade das envolvidas e o endereço exato foram preservados para evitar exposição indevida. Por se tratar de uma pessoa em situação de vulnerabilidade, também não devem ser publicadas fotografias que permitam seu reconhecimento.
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