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Esporte

Luisa Stefani faz história e chega ao top 3 da WTA em duplas

Luisa Stefani se tornou nesta segunda-feira (14) a primeira brasileira a alcançar o top 3 do ranking de duplas da WTA desde a criação do ranking oficial, em 1974, após campanha de semifinal no US Open ao lado de Gabriela Dabrowski.

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Luisa Stefani faz história e chega ao top 3 da WTA em duplas

A tenista Luisa Stefani chegou nesta segunda-feira (14) à terceira posição do ranking de duplas da WTA, tornando-se a primeira brasileira a figurar entre as três melhores do mundo desde a criação do ranking oficial, em 1974. A confirmação veio na atualização semanal da entidade, após a boa campanha da paulista no US Open, onde caiu na semifinal ao lado da canadense Gabriela Dabrowski.

Como foi a campanha de Stefani no US Open

Segundas cabeças de chave, Stefani e Dabrowski perderam a semifinal para as norte-americanas Robin Montgomery e Ashlyn Krueger por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/4 e 7/6 (10/8), depois de desperdiçar dois match points no terceiro set. No tie-break decisivo, a dupla abriu 8 a 2, viu as americanas reagirem e acabou superada por 10 a 8, após 2h37 de partida. Era a terceira semifinal de Stefani no US Open na carreira, e o resultado já garantia a ela a terceira colocação do ranking a partir desta segunda.

Um marco que nem Maria Esther Bueno teve como registrar

A posição é a melhor já alcançada por uma tenista brasileira, seja em simples ou em duplas, desde que a WTA passou a divulgar um ranking oficial, em 1974. Maria Esther Bueno dominou o circuito e chegou a ser considerada a melhor do mundo durante os anos 1960, mas não teve como comprovar isso em número porque o ranking ainda não existia. Stefani também garantiu vaga no WTA Finals, torneio que reúne as melhores duplas da temporada.

Melhor temporada da carreira

Ao lado de Dabrowski, Stefani disputou quatro semifinais de Grand Slam em 2026, chegou à final de Wimbledon e venceu três títulos: o WTA 1000 de Dubai, o WTA 500 de Estrasburgo e o WTA 250 de Eastbourne. A dupla ocupa a segunda posição do ranking da temporada, atrás apenas das líderes do circuito.

A boa fase nas duplas contrasta com o tênis individual brasileiro: pela primeira vez desde 2018, o Brasil ficou sem representantes na chave de simples do US Open. No masculino, João Fonseca sequer disputou o torneio por dores no abdômen e vem de queda no ranking da ATP; seu retorno está marcado para a Copa Davis, contra a Suíça, nos dias 18 e 19 de setembro, no Rio de Janeiro. A chave completa do US Open está na página de tênis do ge.

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